01 março 2007

Noites...

Um copo num bar onde caras desconhecidas se cruzam na sequência de noites perdidas, naquele desencontro de quem caminha só, por entre ruas de um bairro típico, decorado de calçada silenciosa e fria…
São assim as noites nas selvas de Pedra, sem o calor humano de uma convivência saudável e sensitivamente natural!
O refúgio nos mundos alternativos ilícitos, são os escapes para os reconhecidos infelizes da vida! Repetem palavras na ânsia de manter uma conversa mesmo que seja somente, ruído de fundo, porque é sem duvida mais assustador serem capazes de reconhecer a sua voz interior… que comandar uma sinfonia de gritos inaudíveis…
Não penso na voz da consciência (encontra-se em desuso…), mas sim na do coração, que nunca nos engana e nos protege sempre de cair no ridículo de uma fotografia sem conteúdo ou tema…
O saber estar só é a magnificência do ser.
Crescer está ao alcance de todos.
E de que nos serve gatinhar quando podemos Voar…
Fonte: Ipsissimuss

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